quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Um peixe? Sim, um peixe!


Jesus não precisava pagar nada a ninguém, sendo de linhagem Davídica, Ele descendia de reis, portanto pela Lei, ficava isento de qualquer imposto que houvesse.

Porém, em sua sabedoria divina, nem ousou fazer esse tipo de comentário. E considero isso o mais lindo na personalidade de Jesus, Ele jamais usava palavras vãs, ou que não houvesse algum tipo de valor para endereça-la ao homem. Alguém que preferia atitudes ao invés de verbalizações, usava tudo que acontecia em seu espaço-tempo para ensinar, e gerar sabedoria aos corações.

Pois bem, e o sortudo da vez foi o “peixinho”.
Sim, o peixinho.
Não foi Pedro, na qual presenciou o milagre, mas foi o “peixinho”.
Entalado, machucado, desesperado em seu “gigantesco” problema, sem saber o que fazer para mudar o preço que pagou por sua gulodice.

Mas...
até isso está sob jurisdição do céu.

Aquele peixinho foi gerado pelas mãos do Pai, suas escamas foram projetadas pelo Senhor do Universo, então como é que o Criador esqueceria dele?

Talvez um peixinho pintadinho, com uma guelra quebradinha, machucadinha, magrinho. Com alguma mania “peixiniana”, sei lá.

Talvez fosse sozinho naquela imensidão do mar da Galiléia, sem família.

Mas o propósito de tudo isso, é lembrar a todos que Jesus conhece a todos, simplesmente isso.

Cristo se preocupou em desentalar um peixinho no fundo do mar, tirou o mesmo da agonia da morte, aquilo que seria o fim de sua vidinha aquática.

E jamais ausente, lá estava a essência divina dando o fim ao sofrimento daquele serzinho.
Pedro aparece e subconscientemente o desentala, por ordem de Jesus.

Ele teve tempo para se preocupar com o peixinho, assim como tem tempo para cuidar de todo resto de sua criação, e você ainda acha que O Rei não está cuidando, ou olhando para a estrada sobre seus pés?